Procedimento sem data de revisão é lido como revisão anual vencida um ano depois da vigência — é o que os critérios 8.6 e 9.3 cobram, e é assim que a validação vai ler. Documento sem arquivo anexado aparece como a escrever: na visita, papel que ninguém acha equivale a papel que não existe.
A ficha de controle: código, versão, quando passa a valer e quando vence. O papel em si sobe como arquivo.
Sobe o PDF assinado, ou o arquivo editável se ainda não foi assinado. A versão física continua valendo: o que a validação pede para ver é o documento com assinatura — aqui ele fica achável, datado e com quem mexeu registrado na trilha de auditoria.
| Código | Documento | Versão | Vence | Situação | Arquivo |
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Nada aqui ainda.
Selecione a pasta inteira de uma vez — OEA - DOCUMENTAÇÃO (procedimentos e formulários) e DADOS/03 - LICENCAS E CERTIFICADOS (licenças). Cada arquivo é casado com a ficha pelo código do nome; confira o casamento antes de subir, porque o palpite erra quando o nome traz dois códigos.
A lista está vazia, mas os documentos existem — estão em OEA - DOCUMENTAÇÃO e em DADOS/03 - LICENCAS E CERTIFICADOS. Posso montar a lista inicial: os 18 POPs do manual sanitário, os documentos de 2026 da consultoria, as licenças de órgão e — o que mais importa — as 19 linhas do que ainda não existe, para que o buraco tenha nome e responsável em vez de virar surpresa na auditoria. As datas das licenças saem do nome dos arquivos e precisam ser conferidas no documento; cada linha nasce com essa observação.